A chamada pública voltada para área de Tecnologia Assistiva, lançada pela FINEP no final de dezembro, teve um total de 182 propostas.
A maioria das propostas veio de empresas classificadas como micro, de pequeno porte ou pequenas.
Já os produtos assistivos que apresentaram maior número de propostas foram dispositivos auxiliares de locomoção, equipamentos de comunicação alternativa e aumentativa, e leitor autônomo de texto.
São Paulo foi o estado que enviou mais projetos (60), seguido do Rio Grande do Sul (24) e Minas Gerais (19).
Tipos de deficiência
Os recursos oferecidos são não reembolsáveis, ou seja, não precisam ser pagos, e servirão para financiar projetos cooperativos entre empresas brasileiras e Instituições Científicas e Tecnológicas (ICTs).
O objetivo é o desenvolvimento de produtos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que aumentem a autonomia e a qualidade de vida de idosos, pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida.
Há quatro linhas temáticas e cada uma é voltada para um tipo específico de deficiência: visual, auditiva, física e múltipla (que abrange dois ou mais tipos de deficiência).
Softwares de reconhecimento de voz, impressoras Braille, tecnologia nanoeletrônica aplicada a aparelhos auditivos e próteses para articulações são alguns exemplos de produtos que podem ser viabilizados por meio deste edital.
Regional
Foram oferecidos R$ 20 milhões, mas a demanda total chegou a R$ 409 milhões.
Os recursos financeiros são oriundos do FNDCT e pelo menos 30% serão aplicados nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
Caso o valor total das propostas selecionadas para aprovação, oriundas dessas regiões, seja inferior a esse percentual, os recursos não aplicados serão automaticamente transferidos às propostas de outras regiões com melhor classificação.
O resultado final, relacionando as empresas que receberão os recursos, está previsto para julho.
Fonte: Portal Inovação
Núcleo de Inovação Tecnológica - NIT/FIEMG
Consultoras: Kelly e Ana Paula
Contato: nit01@cintap.com.br (34) 3230-5222
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Mobilização pela Inovação (CNI/SEBRAE/IEL) - Curso de Capacitação
O projeto Mobilização pela Inovação (CNI/SEBRAE/IEL) está a todo vapor.
Já tivemos a 1ª etapa - Workshop de Mobilização pela Inovação (Novembro/11)
Agora em março teremos a 2ª etapa: O Curso de Capacitação – Dias 07 e 08.
Vocês empresários participantes do Workshop de Uberlândia (do dia 23 de novembro/11), têm prioridade de inscrição no curso de Gestão da Inovação até esta quarta-feira, dia 08/02. Após esta data estarão sujeitos à disponibilidade de vagas.
Aos empresários que não participaram da 1ª etapa também são bem vindo para virem participar e conhecer o projeto!
O curso é GRATUITO!! Participem!!!
Maiores informações e inscrições acessem: www.fiemg.com.br/inovacaompe
Ou entrem em contato com o Núcleo de Inovação Tecnológica da FIEMG - Regional Uberlândia
Consultoras: Kelly e Ana Paula
Contato: nit01@cintap.com.br ou (34) 3230-5288
twitter: @nituberlandia
Já tivemos a 1ª etapa - Workshop de Mobilização pela Inovação (Novembro/11)
Agora em março teremos a 2ª etapa: O Curso de Capacitação – Dias 07 e 08.
Vocês empresários participantes do Workshop de Uberlândia (do dia 23 de novembro/11), têm prioridade de inscrição no curso de Gestão da Inovação até esta quarta-feira, dia 08/02. Após esta data estarão sujeitos à disponibilidade de vagas.
Aos empresários que não participaram da 1ª etapa também são bem vindo para virem participar e conhecer o projeto!
O curso é GRATUITO!! Participem!!!
Maiores informações e inscrições acessem: www.fiemg.com.br/inovacaompe
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Inovação em TI - Aplicativo leva PowerPoint para iPad
Brainshark apresenta o SlideShark Team, trazendo a compatibilidade do PowerPoint para o tablet da Apple em uma escala empresarial
Nada parece diminuir a popularidade do iPad, embora o tablet não tenha muitas aplicações indispensáveis aos usuários corporativos. A compatibilidade com o PowerPoint, em particular, tem sido um problema para o dispositivo da Apple. Mas o aplicativo SlideShark Team, anunciado pela Brainshark, pode mudar essa história.
Totalmente baseado no SlideShark para iPad, esse aplicativo gratuito provou ser bastante popular e já é uma das aplicações de produtividade mais baixadas na Apple App Store. O aplicativo permite que a legião de fãs do PowerPoint veja e mostre suas apresentações em .ppt no iPad com fontes, gráficos, cores e animações.
Baseando-se nessa popularidade, a edição SlideShark Team oferece às empresas funcionalidade multiusuário – incluindo a administração de conteúdo centralizado, o acesso de toda a equipe ao conteúdo e análise de uso.
O novo aplicativo da Brainshark vem em um momento oportuno para a Apple. Depois de anos atrás da Microsoft no mercado corporativo, a Apple viu o iPad tornar-se uma ferramenta padrão de negócios. De acordo com uma pesquisa da IDC, mais de 50% dos gestores que usam iPads dizem que sempre utilizam o dispositivo no trabalho. Quase 80% dos policiais entrevistados usam o iPad para negócios quando estão fora do escritório.
“A edição SlideShark Team representa a evolução natural do nosso produto e vem em resposta à demanda do usuário”, comentou Joe Gustafson, CEO da Brainshark. “Com o SlideShark Team, nós pretendemos ajudar equipes a ter um melhor acesso e gerenciar seu conteúdo PowerPoint – e, claro, ver ou apresentá-lo corretamente a qualquer hora em seus iPads.”
As características do SlideShark Team incluem:
- Conteúdo compartilhado: os usuários podem acessar de forma segura e ver as atuais apresentações do PowerPoint que os administradores autorizados e membros da equipe enviaram e designaram para uso compartilhado.
- Gestão Central: os administradores podem adicionar ou remover usuários, alterar permissões de usuário, gerenciar o faturamento de forma centralizada e atribuir controles administrativos.
- Análise de uso: os administradores de contas podem visualizar relatórios online e fazer download de relatórios que mostram quais usuários estão acessando e visualizando os conteúdos, e que apresentações são mais e menos populares.
- Confiabilidade e segurança: os usuários podem aproveitar o aplicativo com total segurança, além de contar com uma infraestrutura de cloud computing empresarial confiável e escalável.
“A edição SlideShark Team resolve dois comuns problemas: a necessidade de visualizar facilmente apresentações de PowerPoint em um iPad pessoal ou empresarial; e a necessidade de gerenciamento centralizado e acesso controlado ao conteúdo corporativo ganhou seu lugar na home page do meu iPad.”
Fonte: InformaWeek
Núcleo de Inovação Tecnológica - NIT/FIEMG
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Contato: nit01@cintap.com.br; (34) 3230-5222
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Nada parece diminuir a popularidade do iPad, embora o tablet não tenha muitas aplicações indispensáveis aos usuários corporativos. A compatibilidade com o PowerPoint, em particular, tem sido um problema para o dispositivo da Apple. Mas o aplicativo SlideShark Team, anunciado pela Brainshark, pode mudar essa história.
Totalmente baseado no SlideShark para iPad, esse aplicativo gratuito provou ser bastante popular e já é uma das aplicações de produtividade mais baixadas na Apple App Store. O aplicativo permite que a legião de fãs do PowerPoint veja e mostre suas apresentações em .ppt no iPad com fontes, gráficos, cores e animações.
Baseando-se nessa popularidade, a edição SlideShark Team oferece às empresas funcionalidade multiusuário – incluindo a administração de conteúdo centralizado, o acesso de toda a equipe ao conteúdo e análise de uso.
O novo aplicativo da Brainshark vem em um momento oportuno para a Apple. Depois de anos atrás da Microsoft no mercado corporativo, a Apple viu o iPad tornar-se uma ferramenta padrão de negócios. De acordo com uma pesquisa da IDC, mais de 50% dos gestores que usam iPads dizem que sempre utilizam o dispositivo no trabalho. Quase 80% dos policiais entrevistados usam o iPad para negócios quando estão fora do escritório.
“A edição SlideShark Team representa a evolução natural do nosso produto e vem em resposta à demanda do usuário”, comentou Joe Gustafson, CEO da Brainshark. “Com o SlideShark Team, nós pretendemos ajudar equipes a ter um melhor acesso e gerenciar seu conteúdo PowerPoint – e, claro, ver ou apresentá-lo corretamente a qualquer hora em seus iPads.”
As características do SlideShark Team incluem:
- Conteúdo compartilhado: os usuários podem acessar de forma segura e ver as atuais apresentações do PowerPoint que os administradores autorizados e membros da equipe enviaram e designaram para uso compartilhado.
- Gestão Central: os administradores podem adicionar ou remover usuários, alterar permissões de usuário, gerenciar o faturamento de forma centralizada e atribuir controles administrativos.
- Análise de uso: os administradores de contas podem visualizar relatórios online e fazer download de relatórios que mostram quais usuários estão acessando e visualizando os conteúdos, e que apresentações são mais e menos populares.
- Confiabilidade e segurança: os usuários podem aproveitar o aplicativo com total segurança, além de contar com uma infraestrutura de cloud computing empresarial confiável e escalável.
“A edição SlideShark Team resolve dois comuns problemas: a necessidade de visualizar facilmente apresentações de PowerPoint em um iPad pessoal ou empresarial; e a necessidade de gerenciamento centralizado e acesso controlado ao conteúdo corporativo ganhou seu lugar na home page do meu iPad.”
Fonte: InformaWeek
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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Manual traz orientação para projetos na área de inclusão
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis), lançou o Manual do Proponente, que traz as orientações básicas para os interessados em apresentar projetos na área.
A Secis apoia propostas nas áreas de difusão e popularização da ciência, de fomento a tecnologias sociais e assistivas, de inclusão digital e de inovação e extensão tecnológica para o desenvolvimento social.
No manual são indicadas normas e procedimentos para o cadastramento de proponentes e para apresentação, habilitação e seleção de projetos, bem como para acompanhamento, avaliação e prestação de contas das iniciativas que venham a ser apoiadas.
A publicação, informa o leitor sobre os programas e ações da secretaria e as exigências para a celebração de convênios, termos de parceria e de cooperação e contratos de repasse. Explica também o passo a passo para se cadastrar no Sistema de Convênios do Governo Federal (Siconv), do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.
A publicação foi elaborada em acordo com a Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e inovação (Encti) e com os programas e ações sob responsabilidade da Secis previstas no Plano Plurianual, ambos de 2012 a 2015.
Fonte: MCTI
Núcleo de Inovação de Tecnológica - NIT/FIEMG
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Contatos: nit01@cintap.com.br (34) 3230-5222
twitter: @nituberlandia
A Secis apoia propostas nas áreas de difusão e popularização da ciência, de fomento a tecnologias sociais e assistivas, de inclusão digital e de inovação e extensão tecnológica para o desenvolvimento social.
No manual são indicadas normas e procedimentos para o cadastramento de proponentes e para apresentação, habilitação e seleção de projetos, bem como para acompanhamento, avaliação e prestação de contas das iniciativas que venham a ser apoiadas.
A publicação, informa o leitor sobre os programas e ações da secretaria e as exigências para a celebração de convênios, termos de parceria e de cooperação e contratos de repasse. Explica também o passo a passo para se cadastrar no Sistema de Convênios do Governo Federal (Siconv), do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.
A publicação foi elaborada em acordo com a Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e inovação (Encti) e com os programas e ações sob responsabilidade da Secis previstas no Plano Plurianual, ambos de 2012 a 2015.
Fonte: MCTI
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
MCTI disponibiliza texto com metas para o setor
O documento base para as ações do MCTI incluídas no Plano Plurianual do governo federal está disponível para download no site do ministério. A Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (ENCTI) 2012-2015 traz também um balanço das atividades realizadas no último ano.
De acordo com a publicação, expandir a liderança brasileira na economia da biodiversidade e reduzir a defasagem científica estão entre os desafios do governo para os próximos quatro anos. Foi dedicado também um capítulo para os programas prioritários em ciência, tecnologia e inovação (CT&I). No total, foram listadas 15 ações. Destaque para os programas de fármacos, petróleo, aeroespacial e nuclear.
Foram impressos 3 mil exemplares, a serem distribuídos entre segmentos representativos da sociedade, comunidade científica e instituições de ensino e pesquisa em todo o território nacional. Além disso, uma versão digital para tablets será disponibilizada em breve.
Sobre as atividades de 2011, o ENCTI cita a expansão da linha de crédito da Finep, a criação da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação industrial (Embrapii), do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) e do Programa Ciência sem Fronteiras.
Fonte: Núcleo de Inovação Tecnológica - NIT/FIEMG
Consultoras: Kelly e Ana Paula
Contato: nit01@cintap.com.br (34) 3230-5222
twitter: @nituberlandia
De acordo com a publicação, expandir a liderança brasileira na economia da biodiversidade e reduzir a defasagem científica estão entre os desafios do governo para os próximos quatro anos. Foi dedicado também um capítulo para os programas prioritários em ciência, tecnologia e inovação (CT&I). No total, foram listadas 15 ações. Destaque para os programas de fármacos, petróleo, aeroespacial e nuclear.
Foram impressos 3 mil exemplares, a serem distribuídos entre segmentos representativos da sociedade, comunidade científica e instituições de ensino e pesquisa em todo o território nacional. Além disso, uma versão digital para tablets será disponibilizada em breve.
Sobre as atividades de 2011, o ENCTI cita a expansão da linha de crédito da Finep, a criação da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação industrial (Embrapii), do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) e do Programa Ciência sem Fronteiras.
Fonte: Núcleo de Inovação Tecnológica - NIT/FIEMG
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Governo publica lei que institui PPA 2012-2015
Publicado no dia 19 de janeiro, o Plano Plurianual da União (PPA) 2012-2015 (Lei 12.593/12) trouxe como uma das diretrizes do governo o estímulo e a valorização da educação, da ciência, da tecnologia e da inovação (C,T&I). Com previsão de investimentos da ordem de R$ 5,4 trilhões, além de R$ 102 bilhões em emendas, o texto está estruturado em 65 programas temáticos. O PPA corresponde ao planejamento de médio prazo do governo e define os focos da administração pública federal para o próximo quadriênio.
Com algumas das metas do PPA para a área de C,T&I estão a atração de 100 projetos e centros de pesquisa e desenvolvimento (P&D), e a expansão e diversificação dos mecanismos de incentivo à inovação no Brasil. O programa de Desenvolvimento Produtivo do PPA estabelece como meta elevar de 4.728 para 5.328 o número de empresas brasileiras que lançam novos produtos no mercado nacional e também fomentar a especialização de 20 centros de inovação, design e sustentabilidade. Espera-se, ainda, desenvolver e adaptar instrumentos de apoio à inovação específicos para atração de projetos e centros internacionais de P&D.
A nova política quer promover o desenvolvimento da cadeia produtiva do complexo industrial da defesa, inclusive mediante a utilização de compra governamental e de instrumentos fiscais, para alcançar maior autonomia tecnológica e produtiva.
O programa de Desenvolvimento Produtivo também cita o incentivo à implantação de indústrias competitivas de componentes e equipamentos eletrônicos. A ideia é promover a produção de software, conteúdos digitais interativos e serviços de tecnologia da informação (TI), para posicionar o País como exportador relevante do setor.
Essa iniciativa será comandada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e contará com investimentos da ordem de R$ 1 bilhão. Entre os resultados esperados, é possível citar a fabricação de semicondutores e a estruturação e implementação do Plano Estratégico de Software e Serviços de TI.
Fonte: ANPEI
Núcleo de Inovação Tecnológica - NIT/FIEMG
Consultoras: Kelly e Ana Paula
Contatos: nit01@cintap.com.br (34) 3230-5288
Com algumas das metas do PPA para a área de C,T&I estão a atração de 100 projetos e centros de pesquisa e desenvolvimento (P&D), e a expansão e diversificação dos mecanismos de incentivo à inovação no Brasil. O programa de Desenvolvimento Produtivo do PPA estabelece como meta elevar de 4.728 para 5.328 o número de empresas brasileiras que lançam novos produtos no mercado nacional e também fomentar a especialização de 20 centros de inovação, design e sustentabilidade. Espera-se, ainda, desenvolver e adaptar instrumentos de apoio à inovação específicos para atração de projetos e centros internacionais de P&D.
A nova política quer promover o desenvolvimento da cadeia produtiva do complexo industrial da defesa, inclusive mediante a utilização de compra governamental e de instrumentos fiscais, para alcançar maior autonomia tecnológica e produtiva.
O programa de Desenvolvimento Produtivo também cita o incentivo à implantação de indústrias competitivas de componentes e equipamentos eletrônicos. A ideia é promover a produção de software, conteúdos digitais interativos e serviços de tecnologia da informação (TI), para posicionar o País como exportador relevante do setor.
Essa iniciativa será comandada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e contará com investimentos da ordem de R$ 1 bilhão. Entre os resultados esperados, é possível citar a fabricação de semicondutores e a estruturação e implementação do Plano Estratégico de Software e Serviços de TI.
Fonte: ANPEI
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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Brasil chega à linha de frente em patentes
Depois de passar a Índia no ranking mundial que mede a inovação tecnológica no mundo, em 2011, o Brasil pode avançar este ano graças ao lançamento de projetos inovadores, como o Laboratório de Nanotecnologia e o Centro de Tecnologia para testes de protótipos de equipamentos submarinos para a indústria do petróleo, inaugurado no Rio.
O ranking, elaborado pela Confederação da Indústria da Índia, em parceria com a Organização Mundial de Propriedade Intelectual (Ompi), divulgado em 2011, coloca o Brasil na 47 posição, na frente da Índia, da África do Sul e da Rússia.
Na área de patentes, o Brasil também vem se destacando no mundo. "Estamos na linha de frente na área de patentes porque entre outras coisas agimos fortemente no sistema operacional de Tecnologia da Informação para ter acesso aos melhores bancos de patente do mundo, além de construir acordos de cooperação com os maiores escritórios do mundo", afirma Denise Gregory, diretora de cooperação para o desenvolvimento do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi).
De janeiro a dezembro de 2011, o INPI recebeu 30.088 pedidos de patentes, contra 28.052 solicitados em 2010. Para as marcas, o Instituto registrou, 140.815 solicitações até 15 de dezembro, contra 129.620 pedidos de marcas nos 12 meses do ano passado. De 2001 a 2010 o número de pedidos de patentes brasileiras na Europa passou de 190 para 520.
"Tudo isso é reflexo de investimentos em processos que não acontecem por acaso. Existe uma política consistente de valorização da ciência por trás dos resultados", afirma Denise.
A criação do Laboratório de Nanotecnologia e a construção de um Centro de Tecnologia para a indústria do petróleo são dois exemplos de inovação que podem fazer o Brasil subir mais posições no ranking mundial.
A norte-americana FMC, multinacional especializada na fabricação de submarinos para a indústria do petróleo lançou no Rio de Janeiro o seu terceiro centro tecnológico no mundo para testar protótipos em escala real de manifolds e árvores de natal submarinas.
As árvores são um conjunto de válvulas que regula e monitora a produção dos poços de petróleo e gás natural. A empresa está investindo R$ 200 milhões no Brasil, dos quais R$ 70 milhões foram gastos na construção do novo centro.
O centro de tecnologia da FMC tem capacidade para testar protótipos em escala real, com o foco nas novas demandas do pré-sal e tecnologias voltadas para o aumento do fator de recuperação na produção de óleo. Além disso, conta com engenharia especializada, laboratórios de pesquisa, desenvolvimento e qualificação de produtos.
No prédio da Engenharia, cerca de 200 profissionais da companhia se dedicarão ao desenvolvimento de projetos e pesquisa de tecnologias submarinas para exploração de petróleo e gás no país.
"Os sistemas no pré-sal serão cada vez mais dinâmicos e não poderão ser controlados da plataforma em situações como variações de vazão mais acentuadas, porque isso levaria muito tempo de resposta", afirma o vice-presidente de Tecnologia da FMC, Paulo Couto. Estas novas tecnologias poderão ser desenvolvidas e testadas na própria unidade.
Fonte: CIMM
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O ranking, elaborado pela Confederação da Indústria da Índia, em parceria com a Organização Mundial de Propriedade Intelectual (Ompi), divulgado em 2011, coloca o Brasil na 47 posição, na frente da Índia, da África do Sul e da Rússia.
Na área de patentes, o Brasil também vem se destacando no mundo. "Estamos na linha de frente na área de patentes porque entre outras coisas agimos fortemente no sistema operacional de Tecnologia da Informação para ter acesso aos melhores bancos de patente do mundo, além de construir acordos de cooperação com os maiores escritórios do mundo", afirma Denise Gregory, diretora de cooperação para o desenvolvimento do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi).
De janeiro a dezembro de 2011, o INPI recebeu 30.088 pedidos de patentes, contra 28.052 solicitados em 2010. Para as marcas, o Instituto registrou, 140.815 solicitações até 15 de dezembro, contra 129.620 pedidos de marcas nos 12 meses do ano passado. De 2001 a 2010 o número de pedidos de patentes brasileiras na Europa passou de 190 para 520.
"Tudo isso é reflexo de investimentos em processos que não acontecem por acaso. Existe uma política consistente de valorização da ciência por trás dos resultados", afirma Denise.
A criação do Laboratório de Nanotecnologia e a construção de um Centro de Tecnologia para a indústria do petróleo são dois exemplos de inovação que podem fazer o Brasil subir mais posições no ranking mundial.
A norte-americana FMC, multinacional especializada na fabricação de submarinos para a indústria do petróleo lançou no Rio de Janeiro o seu terceiro centro tecnológico no mundo para testar protótipos em escala real de manifolds e árvores de natal submarinas.
As árvores são um conjunto de válvulas que regula e monitora a produção dos poços de petróleo e gás natural. A empresa está investindo R$ 200 milhões no Brasil, dos quais R$ 70 milhões foram gastos na construção do novo centro.
O centro de tecnologia da FMC tem capacidade para testar protótipos em escala real, com o foco nas novas demandas do pré-sal e tecnologias voltadas para o aumento do fator de recuperação na produção de óleo. Além disso, conta com engenharia especializada, laboratórios de pesquisa, desenvolvimento e qualificação de produtos.
No prédio da Engenharia, cerca de 200 profissionais da companhia se dedicarão ao desenvolvimento de projetos e pesquisa de tecnologias submarinas para exploração de petróleo e gás no país.
"Os sistemas no pré-sal serão cada vez mais dinâmicos e não poderão ser controlados da plataforma em situações como variações de vazão mais acentuadas, porque isso levaria muito tempo de resposta", afirma o vice-presidente de Tecnologia da FMC, Paulo Couto. Estas novas tecnologias poderão ser desenvolvidas e testadas na própria unidade.
Fonte: CIMM
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