Em 2009, quando surgiu o Prime – Primeira Empresa Inovadora, programa da FINEP que financia projetos inovadores de empresas nascentes com alto valor agregado, os sócios da M11 Consultoria, Marcos Martins e Fernando Alvite, resolveram colocar em prática um projeto antigo: o “Planeje-se”, sistema via web que ajuda o micro e pequeno empresário a gerenciar melhor os seus negócios e a solucionar problemas de rotina com eficiência e rapidez.
A ideia surgiu em 2006 por meio das consultorias prestadas pela M11. Os pequenos empresários tinham dificuldade em fornecer informações simples sobre o dia a dia de seus trabalhos. Perguntas como “Quanto de mercadoria devemos comprar?”, “Vamos contratar mais empregados ou não?” eram comuns. Tudo era decidido no feeling, apoiado em conselhos de familiares e amigos que, muitas vezes, não tinham nenhuma experiência na área. O próprio dono da empresa não dominava todo o seu processo. Em geral, enfrentava problemas de caixa e de capital de giro.
Com o apoio do Programa, o projeto ganhou força e foi repensado de forma a se diferenciar dos serviços oferecidos na área aqui no Brasil. O que antes era apenas um projeto de gestão veiculado na web, passou a ser um sistema voltado para a dificuldade do micro e pequeno empresário em tomar decisões que demandam rapidez. O fato de ser pioneiro ajuda o projeto a crescer. Segundo pesquisa realizada pelos sócios, não existe nenhum sistema semelhante ao “Planeje-se” no Brasil.
A didática do site é bem simples. Na página de entrada, o empresário seleciona um tema no qual sua questão se encaixa. No momento, há cinco temas expostos (geral, compras e estoque, pessoal, financeiro e vendas), que podem ser alterados e complementados a partir da demanda dos usuários. Após a opção inicial, o usuário poderá escolher ainda um subtema.
O objetivo do programa Prime é apoiar empresas inovadoras com até dois anos de vida. No primeiro ano de incubação a empresa recebe R$ 120 mil não reembolsavéis para ajudar na estrutura de planos de negócio e no desenvolvimento de novos serviços. Se as metas do projeto foram cumpridas, o empresário receberá mais R$ 120 mil do Juro Zero, que deverão ser pagos em até 100 parcelas no segundo ano de incubação.
Fonte: http://www.finep.gov.br//imprensa/noticia.asp?cod_noticia=2501
Para maiores informações sobre o Programa PRIME entrar em contato com Ana Paula ou Renata (Consultoras de Inovação FIEMG)
Tel.: (034) 3230-5222 ou pelo e-mail: nit01@cintap.com.br
quinta-feira, 10 de março de 2011
sexta-feira, 4 de março de 2011
Governo federal vai priorizar inovação nos próximos anos
Um dos focos será apoio às incubadoras de empresas, o que vai tornar pequenos negócios mais competitivos
Da Agência Sebrae de Notícias
A inovação é prioridade dentro da política industrial do governo da presidente Dilma Rousseff, segundo afirma o secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Ronaldo Mota. Um pacote de ações, que deve ser apresentado em breve, está sendo desenvolvido pelos ministérios da Fazenda, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), de Ciência e Tecnologia e pela Casa Civil.
“Uma das medidas discutidas é criar incentivos mais robustos para parques tecnológicos e incubadoras de empresas. A inovação deve ser prioridade para que o Brasil se torne mais competitivo no mercado global”, afirma o secretário, em entrevista à Agência Sebrae de Notícias (ASN). De acordo com ele, haverá benefícios fiscais para impulsionar a economia verde e criativa.
Entre as formas de apoio, o governo pretende liberar bolsas para pesquisadores e financiamento, subvenção econômica e incentivos fiscais para incubadoras de empresas e parques tecnológicos. O objetivo é estimular o desenvolvimento de negócios cujos produtos sejam baseados em conhecimento e inovação tecnológica e estimular a interação do setor empresarial com universidades e institutos de pesquisa. Na opinião de Ronaldo Mota, apoiando a geração sistemática de inovações, o governo ajuda a contribuir para reduzir taxa de mortalidade das micro e pequenas empresas e estimula a competitividade e geração de empregos de alto valor agregado.
Iniciativa privada
O Programa Nacional de Apoio às Incubadoras de Empresas e Parques Tecnológicos (PNI) tem a sua continuidade prevista para o período 2011-2015. De 2007 a 2010, o programa apoiou 46 projetos de incubadoras e parques tecnológicos no valor total de R$ 175 milhões. Mas, além dos investimentos públicos, é preciso impulsionar o foco da iniciativa privada nos projetos de inovação, segundo o secretário. Os investimentos públicos no Brasil, de acordo com ele, estão em torno de 0,60% do Produto Interno bruto (PIB), dentro da faixa indicada pela experiência internacional.
“Nos últimos anos, os investimentos públicos em ciência, tecnologia e inovação aumentaram três vezes, mas, falta acontecer algo parecido com os recursos privados. O setor privado é o protagonista nos países avançados. Mais de 70% dos dispêndios em pesquisa e desenvolvimento são realizados pelas empresas na média mundial”, observa.
Incentivar a inovação também é prioridade nas políticas do Sebrae. Somente o Sebrae Nacional vai investir R$ 500 milhões em inovação entre 2011 e 2013. “Inovar não tem fórmula única. A gente quer apoiar as pequenas empresas de acordo com seu estágio de maturação e o mercado a que se destinam. Vamos trabalhar de forma estratificada, dando o remédio certo”, afirma o gerente da Unidade de Acesso à Inovação e Tecnologia do Sebrae, Edson Fermann, que integra o Comitê Consultivo do PNI.
Fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI203323-17180,00-GOVERNO+FEDERAL+VAI+PRIORIZAR+INOVACAO+NOS+PROXIMOS+ANOS.html
Da Agência Sebrae de Notícias
A inovação é prioridade dentro da política industrial do governo da presidente Dilma Rousseff, segundo afirma o secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Ronaldo Mota. Um pacote de ações, que deve ser apresentado em breve, está sendo desenvolvido pelos ministérios da Fazenda, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), de Ciência e Tecnologia e pela Casa Civil.
“Uma das medidas discutidas é criar incentivos mais robustos para parques tecnológicos e incubadoras de empresas. A inovação deve ser prioridade para que o Brasil se torne mais competitivo no mercado global”, afirma o secretário, em entrevista à Agência Sebrae de Notícias (ASN). De acordo com ele, haverá benefícios fiscais para impulsionar a economia verde e criativa.
Entre as formas de apoio, o governo pretende liberar bolsas para pesquisadores e financiamento, subvenção econômica e incentivos fiscais para incubadoras de empresas e parques tecnológicos. O objetivo é estimular o desenvolvimento de negócios cujos produtos sejam baseados em conhecimento e inovação tecnológica e estimular a interação do setor empresarial com universidades e institutos de pesquisa. Na opinião de Ronaldo Mota, apoiando a geração sistemática de inovações, o governo ajuda a contribuir para reduzir taxa de mortalidade das micro e pequenas empresas e estimula a competitividade e geração de empregos de alto valor agregado.
Iniciativa privada
O Programa Nacional de Apoio às Incubadoras de Empresas e Parques Tecnológicos (PNI) tem a sua continuidade prevista para o período 2011-2015. De 2007 a 2010, o programa apoiou 46 projetos de incubadoras e parques tecnológicos no valor total de R$ 175 milhões. Mas, além dos investimentos públicos, é preciso impulsionar o foco da iniciativa privada nos projetos de inovação, segundo o secretário. Os investimentos públicos no Brasil, de acordo com ele, estão em torno de 0,60% do Produto Interno bruto (PIB), dentro da faixa indicada pela experiência internacional.
“Nos últimos anos, os investimentos públicos em ciência, tecnologia e inovação aumentaram três vezes, mas, falta acontecer algo parecido com os recursos privados. O setor privado é o protagonista nos países avançados. Mais de 70% dos dispêndios em pesquisa e desenvolvimento são realizados pelas empresas na média mundial”, observa.
Incentivar a inovação também é prioridade nas políticas do Sebrae. Somente o Sebrae Nacional vai investir R$ 500 milhões em inovação entre 2011 e 2013. “Inovar não tem fórmula única. A gente quer apoiar as pequenas empresas de acordo com seu estágio de maturação e o mercado a que se destinam. Vamos trabalhar de forma estratificada, dando o remédio certo”, afirma o gerente da Unidade de Acesso à Inovação e Tecnologia do Sebrae, Edson Fermann, que integra o Comitê Consultivo do PNI.
Fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI203323-17180,00-GOVERNO+FEDERAL+VAI+PRIORIZAR+INOVACAO+NOS+PROXIMOS+ANOS.html
Incubadora de Jacareí fatura quase R$ 10 milhões em 2010 e abre vagas para mais projetos inovadores
Com faturamento de R$ 9.814.674,81 e geração de 129 postos de trabalho em 2010, a Incubadora de Jacareí, a 80 km de São Paulo, está com vagas abertas para novas empresas que tenham projetos inovadores. As inscrições seguem até o dia 15 de março. O edital está disponível no site http://www.incubadora-jacarei.com.br e a ficha de inscrição deve ser retirada de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na própria sede da Incubadora (Av. Getúlio Vargas, n.º 1340 – Jardim Primavera). As empresas interessadas em participar devem entregar um Plano de Negócios para ser apresentado à banca técnica.
A Incubadora de Jacareí tem hoje 12 empresas residentes e 10 associadas. Algumas delas já conseguiram importantes financiamentos para desenvolver seus produtos, como o da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, e do Prime (Primeira Empresa Inovadora). Cada empreendimento contemplado recebeu uma verba de R$ 120 mil durante 12 meses para custear recursos humanos qualificados e serviços de consultoria especializada em estudos de mercado, serviços jurídico, financeiro, certificação e custos, entre outros.
Para o secretário de Desenvolvimento Econômico de Jacareí, Emerson Goulart, a Incubadora está no caminho certo. “Oito empresas já se graduaram, o que significa que novos empreendedores foram preparados para o mercado e que mais empregos estão sendo gerados no município. Agora, iremos oferecer apoio para mais empresas começarem seus empreendimentos”, destaca Goulart.
Incubadora - A Incubadora de Empresas de Jacareí completará cinco anos em abril oferecendo o apoio necessário para o empreendedor conseguir se estabelecer no mercado.
Fonte: http://www.brasilengenharia.com.br/noticias.asp?noticia=9167
Para maiores informações entrar em contato com Ana Paula ou Renata (Consultoras de Inovação FIEMG)
Tel.: (034) 3230-5222
A Incubadora de Jacareí tem hoje 12 empresas residentes e 10 associadas. Algumas delas já conseguiram importantes financiamentos para desenvolver seus produtos, como o da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, e do Prime (Primeira Empresa Inovadora). Cada empreendimento contemplado recebeu uma verba de R$ 120 mil durante 12 meses para custear recursos humanos qualificados e serviços de consultoria especializada em estudos de mercado, serviços jurídico, financeiro, certificação e custos, entre outros.
Para o secretário de Desenvolvimento Econômico de Jacareí, Emerson Goulart, a Incubadora está no caminho certo. “Oito empresas já se graduaram, o que significa que novos empreendedores foram preparados para o mercado e que mais empregos estão sendo gerados no município. Agora, iremos oferecer apoio para mais empresas começarem seus empreendimentos”, destaca Goulart.
Incubadora - A Incubadora de Empresas de Jacareí completará cinco anos em abril oferecendo o apoio necessário para o empreendedor conseguir se estabelecer no mercado.
Fonte: http://www.brasilengenharia.com.br/noticias.asp?noticia=9167
Para maiores informações entrar em contato com Ana Paula ou Renata (Consultoras de Inovação FIEMG)
Tel.: (034) 3230-5222
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
FINEP lançará nova edição do Prime até o final de 2010
FINEP lançará nova edição do Prime até o final de 2010
A FINEP lançará, até o final de 2010, uma nova edição do Prime (Primeira Empresa Inovadora). Por meio de carta-convite serão selecionadas incubadoras que atuarão como operadoras descentralizadas em todo o País.
O Prime entrou em operação no início de 2009 e seu objetivo é criar condições financeiras favoráveis para que um conjunto significativo de empresas nascentes de alto valor agregado possa consolidar com sucesso a fase inicial de desenvolvimento dos seus empreendimentos. O Programa é voltado ao apoio de empresas inovadoras de base tecnológica que tenham até dois anos e estejam formalmente legalizadas e vai financiar empreendimentos que se destaquem pelo caráter inovador de seus produtos ou serviços. Cada projeto selecionado vai receber, inicialmente, R$ 120 mil em recursos não reembolsáveis, que serão aplicados na estruturação de planos de negócios e no desenvolvimento de novos produtos e serviços.
Em 2009, o Prime teve 3.154 empresas inscritas em todo o País, com um total de 16.116 postos de trabalho. Foram selecionadas 17 incubadoras em nove estados, que atuaram como agentes operacionais descentralizados. Os três setores da economia mais presentes nas inscrições foram Informação e Comunicação (37,53%); Atividades Profissionais Científicas e Técnicas (19,48%); e Indústrias de Transformação (17,96%).
A FINEP lançará, até o final de 2010, uma nova edição do Prime (Primeira Empresa Inovadora). Por meio de carta-convite serão selecionadas incubadoras que atuarão como operadoras descentralizadas em todo o País.
O Prime entrou em operação no início de 2009 e seu objetivo é criar condições financeiras favoráveis para que um conjunto significativo de empresas nascentes de alto valor agregado possa consolidar com sucesso a fase inicial de desenvolvimento dos seus empreendimentos. O Programa é voltado ao apoio de empresas inovadoras de base tecnológica que tenham até dois anos e estejam formalmente legalizadas e vai financiar empreendimentos que se destaquem pelo caráter inovador de seus produtos ou serviços. Cada projeto selecionado vai receber, inicialmente, R$ 120 mil em recursos não reembolsáveis, que serão aplicados na estruturação de planos de negócios e no desenvolvimento de novos produtos e serviços.
Em 2009, o Prime teve 3.154 empresas inscritas em todo o País, com um total de 16.116 postos de trabalho. Foram selecionadas 17 incubadoras em nove estados, que atuaram como agentes operacionais descentralizados. Os três setores da economia mais presentes nas inscrições foram Informação e Comunicação (37,53%); Atividades Profissionais Científicas e Técnicas (19,48%); e Indústrias de Transformação (17,96%).
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Programa faz aportes de R$ 120 mil em empresas nascentes
Rio de Janeiro - A incubadora de empresas do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ) já está recebendo propostas de empresas nascentes para o programa Primeira Empresa Inovadora (Prime-2011), da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).
Este programa prevê aporte de R$ 120 mil reais por empresa, em recursos não-reembolsáveis, destinados à formação de gestores em áreas como estudos de mercado, recursos jurídicos, certificação e custos, entre outros, durante um ano.
A proposta do Prime é ajudar as empresas a superar as limitações da fase inicial com conhecimento de gestão, para que os empreendedores possam, assim, se dedicar integralmente ao desenvolvimento de produtos e serviços.
A expectativa é que o edital da Finep, que deve ser divulgado no começo de 2011, mantenha os mesmos critérios de seleção adotados em 2009, quando foram destinados recursos para empresas com até dois anos de existência, com propostas inovadoras e viabilidade técnica e econômica.
A Incubadora da Coppe/UFRJ é operadora do programa, sendo responsável pela seleção dos empreendimentos e pelo repasse direto dos recursos provenientes de subvenção econômica prevista pela Lei de Inovação.
Para receber informações sobre o envio de projetos para a região de Minas Gerais, os interessados devem se cadastrar pelo e-mail nit03@cintap.com.br ou (34) 3230-5222.
Este programa prevê aporte de R$ 120 mil reais por empresa, em recursos não-reembolsáveis, destinados à formação de gestores em áreas como estudos de mercado, recursos jurídicos, certificação e custos, entre outros, durante um ano.
A proposta do Prime é ajudar as empresas a superar as limitações da fase inicial com conhecimento de gestão, para que os empreendedores possam, assim, se dedicar integralmente ao desenvolvimento de produtos e serviços.
A expectativa é que o edital da Finep, que deve ser divulgado no começo de 2011, mantenha os mesmos critérios de seleção adotados em 2009, quando foram destinados recursos para empresas com até dois anos de existência, com propostas inovadoras e viabilidade técnica e econômica.
A Incubadora da Coppe/UFRJ é operadora do programa, sendo responsável pela seleção dos empreendimentos e pelo repasse direto dos recursos provenientes de subvenção econômica prevista pela Lei de Inovação.
Para receber informações sobre o envio de projetos para a região de Minas Gerais, os interessados devem se cadastrar pelo e-mail nit03@cintap.com.br ou (34) 3230-5222.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
FINEP lança edital subvenção 2010 que disponibiliza R$ 500 milhões para empresas desenvolverem projetos de inovação
O sistema Fiemg, por intermédio do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), informa às empresas mineiras que a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) acaba de lanças a edição 2010 da “Seleção Pública MCT/FINEP/Subvenção Econômica à Inovação – 01/2010”. Trata-se de uma grande oportunidade de financiamento que permite às empresas brasileiras, de qualquer porte, pleitear recursos diretamente à Finep para o desenvolvimento de produtos, serviços e processos inovadores. Os recursos totalizam R$ 500 mil e são não-reembolsáveis, ou seja, as empresas beneficiadas não precisarão devolver o dinheiro recebido.
O valor mínimo da proposta deverá ser de R$ 500 mil e o máximo de R$ 10 milhões, sem distinção por porte. A contra partida ficará entre 10% e 200% dependendo do porte da empresa.
O prazo de execução do projeto continua de até 36 meses, mantendo também as seis áreas estratégicas: Tecnologias da Informação e Comunicação, Energia, Biotecnologia, Saúde, Defesa e Desenvolvimento Social.
O Instituto Euvaldo Lodi, por meio do Núcleo de Apoio à Inovação (NAI), presta serviços de assessoria técnica e de elaboração de projetos para concorrer a este edital. Contando com uma equipe altamente qualificada, o IEL/MG elabora projetos com abordagem e linguagem adequadas aos instrumentos de apoio dos financiadores.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Lançado edital de subvenção econômica no valor de R$ 500 milhões
A FINEP acaba de lançar o edital nacional de subvenção econômica 2010, no valor de R$ 500 milhões. Os recursos, de natureza não reembolsável, vão apoiar projetos de inovação desenvolvidos por empresas brasileiras em seis áreas estratégicas: tecnologias da informação e comunicação; energia; biotecnologia; saúde, defesa e desenvolvimento social. Na área de energia, por exemplo, o edital contemplará projetos de pesquisa voltados para o desenvolvimento do carro elétrico além de soluções para exploração e desenvolvimento em campos off-shore de petróleo. As empresas interessadas têm até o dia 7 de outubro para preencher o formulário eletrônico, que estará disponível no site da FINEP no dia 31 de agosto.
Poderão concorrer aos recursos empresas de qualquer porte, individualmente ou em associação com outras empresas. Não será permitido a uma determinada empresa apresentar ou participar de mais de uma proposta por tema. O menor valor a ser solicitado é R$ 500 mil, podendo o financiamento chegar ao valor máximo de R$ 10 milhões. No mínimo, 40% dos recursos serão investidos em pequenas empresas, empresas de pequeno porte e microempresas e, no mínimo 30% deverão atender empresas localizadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
A empresa que tiver seu projeto aprovado, também precisará investir recursos próprios no desenvolvimento da pesquisa. Essa contrapartida varia entre 10% e 200% do valor do financiamento, dependendo do porte da empresa. As empresas que tiverem interesse poderão recorrer aos programas de crédito da FINEP para levantar os recursos oferecidos como contrapartida na proposta de subvenção econômica. “Ao utilizar o instrumento da subvenção, a ideia do governo é dividir com o empresário o risco da inovação”, afirma o diretor da FINEP, Fernando Ribeiro. Daí a exigência da participação financeira da empresa no desenvolvimento da pesquisa apoiada pela subvenção.
No julgamento das propostas serão considerados aspectos como, aderência ao tema, grau de inovação, viabilidade técnica e financeira do projeto, impacto no mercado e capacidade técnica da equipe executora.
Conheça alguns dos temas que serão apoiados nas seis áreas:
Tecnologias da Informação e Comunicação - Projetos de desenvolvimento de circuitos integrados, componentes eletrônicos para displays e dispositivos optoeletrônicos e microeletromecânicos, além de sistemas, software ou hardware, de grande impacto na Copa de 2014 e nas Olimpíadas de 2016, capazes de alavancar a empresa para o mercado externo, nas áreas de segurança pública, mobilidade urbana e sistemas de e-gov. O edital inclui ainda equipamentos, dispositivos e sistemas inovadores para comunicações de alta velocidade, capazes de impactar de forma significativa a implementação do backbone do Plano Nacional de Banda Larga.
Energia - Desenvolvimento de soluções para exploração e desenvolvimento em campos off-shore de petróleo e/ou gás, incluindo modelagem de bacias, imageamento sísmico e aquisição e processamento de dados. Também engloba plantas-piloto para obtenção de etanol de segunda geração a partir de biomassa e algas e sistemas de tração elétrica, baterias e capacitores aplicados a veículos elétricos automotores, inclusive em versão híbrida.
Biotecnologia - Inovações em bioprodutos para aplicação em agricultura, plantas geneticamente modificadas destinadas ao controle de pragas e doenças e à adaptação a condições adversas, para culturas industriais; fixação de nitrogênio em gramíneas e leguminosas. Inclui ainda o desenvolvimento de bioprodutos para aplicação nas indústrias farmacêutica e de cosméticos, que utilizem princípios ativos e essências retirados da biodiversidade brasileira, e para diagnóstico rápido de doenças infecciosas, degenerativas e genéticas.
Saúde - Desenvolvimento de dispositivos de uso em saúde humana, com ênfase em implantáveis: marcapasso, cardioversor desfibrilador, coclear com gerador elétrico e próteses de quadril e joelho, alem de equipamentos em saúde, com ênfase naqueles destinados a: diagnóstico por imagens; diagnóstico in vitro; hemodiálise e acessórios; amplificação sonora individual; centrífuga refrigerada para bolsa de sangue; freezer / conservador de ultrabaixa temperatura para amostras, sangue e vacinas. Inclui ainda inovações para testes e avaliação da segurança e desempenho de equipamentos elétricos, em moléculas e processos que contribuam para o desenvolvimento da produção nacional de insumos farmacêuticos ativos e medicamentos para uso no tratamento de doenças infecciosas, degenerativas e genéticas.
Defesa - Propostas de soluções integráveis para voo autônomo, incluindo decolagem e pouso automático e sistemas óticos e infravermelhos para Veículo Aéreo Não Tripulado. Também inclui sistemas ligados à segurança e controle de navegação; acelerômetros e girômetros para aplicações diversas e materiais para proteção balística individual e de veículos para emprego militar.
Desenvolvimento Social - Sistemas de massificação do acesso à internet de banda larga, para atender as políticas públicas de inclusão digital em áreas urbanas e rurais, produtos e processos baseados em tecnologias sustentáveis para: habitação de interesse social, saneamento em processos de tratamento de água e esgoto, de baixo custo de implantação, operação e manutenção. Também apoiará produtos e serviços inovadores que permitam a acessibilidade de pessoas com deficiências, dentro dos princípios do design universal.
Fonte (FINEP 6/8/2010)
Poderão concorrer aos recursos empresas de qualquer porte, individualmente ou em associação com outras empresas. Não será permitido a uma determinada empresa apresentar ou participar de mais de uma proposta por tema. O menor valor a ser solicitado é R$ 500 mil, podendo o financiamento chegar ao valor máximo de R$ 10 milhões. No mínimo, 40% dos recursos serão investidos em pequenas empresas, empresas de pequeno porte e microempresas e, no mínimo 30% deverão atender empresas localizadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
A empresa que tiver seu projeto aprovado, também precisará investir recursos próprios no desenvolvimento da pesquisa. Essa contrapartida varia entre 10% e 200% do valor do financiamento, dependendo do porte da empresa. As empresas que tiverem interesse poderão recorrer aos programas de crédito da FINEP para levantar os recursos oferecidos como contrapartida na proposta de subvenção econômica. “Ao utilizar o instrumento da subvenção, a ideia do governo é dividir com o empresário o risco da inovação”, afirma o diretor da FINEP, Fernando Ribeiro. Daí a exigência da participação financeira da empresa no desenvolvimento da pesquisa apoiada pela subvenção.
No julgamento das propostas serão considerados aspectos como, aderência ao tema, grau de inovação, viabilidade técnica e financeira do projeto, impacto no mercado e capacidade técnica da equipe executora.
Conheça alguns dos temas que serão apoiados nas seis áreas:
Tecnologias da Informação e Comunicação - Projetos de desenvolvimento de circuitos integrados, componentes eletrônicos para displays e dispositivos optoeletrônicos e microeletromecânicos, além de sistemas, software ou hardware, de grande impacto na Copa de 2014 e nas Olimpíadas de 2016, capazes de alavancar a empresa para o mercado externo, nas áreas de segurança pública, mobilidade urbana e sistemas de e-gov. O edital inclui ainda equipamentos, dispositivos e sistemas inovadores para comunicações de alta velocidade, capazes de impactar de forma significativa a implementação do backbone do Plano Nacional de Banda Larga.
Energia - Desenvolvimento de soluções para exploração e desenvolvimento em campos off-shore de petróleo e/ou gás, incluindo modelagem de bacias, imageamento sísmico e aquisição e processamento de dados. Também engloba plantas-piloto para obtenção de etanol de segunda geração a partir de biomassa e algas e sistemas de tração elétrica, baterias e capacitores aplicados a veículos elétricos automotores, inclusive em versão híbrida.
Biotecnologia - Inovações em bioprodutos para aplicação em agricultura, plantas geneticamente modificadas destinadas ao controle de pragas e doenças e à adaptação a condições adversas, para culturas industriais; fixação de nitrogênio em gramíneas e leguminosas. Inclui ainda o desenvolvimento de bioprodutos para aplicação nas indústrias farmacêutica e de cosméticos, que utilizem princípios ativos e essências retirados da biodiversidade brasileira, e para diagnóstico rápido de doenças infecciosas, degenerativas e genéticas.
Saúde - Desenvolvimento de dispositivos de uso em saúde humana, com ênfase em implantáveis: marcapasso, cardioversor desfibrilador, coclear com gerador elétrico e próteses de quadril e joelho, alem de equipamentos em saúde, com ênfase naqueles destinados a: diagnóstico por imagens; diagnóstico in vitro; hemodiálise e acessórios; amplificação sonora individual; centrífuga refrigerada para bolsa de sangue; freezer / conservador de ultrabaixa temperatura para amostras, sangue e vacinas. Inclui ainda inovações para testes e avaliação da segurança e desempenho de equipamentos elétricos, em moléculas e processos que contribuam para o desenvolvimento da produção nacional de insumos farmacêuticos ativos e medicamentos para uso no tratamento de doenças infecciosas, degenerativas e genéticas.
Defesa - Propostas de soluções integráveis para voo autônomo, incluindo decolagem e pouso automático e sistemas óticos e infravermelhos para Veículo Aéreo Não Tripulado. Também inclui sistemas ligados à segurança e controle de navegação; acelerômetros e girômetros para aplicações diversas e materiais para proteção balística individual e de veículos para emprego militar.
Desenvolvimento Social - Sistemas de massificação do acesso à internet de banda larga, para atender as políticas públicas de inclusão digital em áreas urbanas e rurais, produtos e processos baseados em tecnologias sustentáveis para: habitação de interesse social, saneamento em processos de tratamento de água e esgoto, de baixo custo de implantação, operação e manutenção. Também apoiará produtos e serviços inovadores que permitam a acessibilidade de pessoas com deficiências, dentro dos princípios do design universal.
Fonte (FINEP 6/8/2010)
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